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	<title>Cia de Teatro FACES OCULTAS</title>
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	<description>Teatro &#233; arte e &#233; arma; hoje, na luta pela nossa sobreviv&#234;ncia cultural, o teatro &#233; a arma que preserva nossa identidade.
Augusto Boal</description>
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		<title>VIS&#195;O DE UM AMIGO.</title>
		<link>http://ciateatrofacesocultas.blog.terra.com.br/visao_de_um_amigo</link>
		<dc:date>06.06.08</dc:date>
		<dc:creator>Deise Guelfi</dc:creator>
		<dc:subject></dc:subject>
		<description>
Um Pin&#243;quio genuinamente brasileiro.

 
&#160;&#160;&#160; &#160;&#160;&#160; &#160;&#160;&#160; Na ter&#231;a-feira passada foi feriado em S&#227;o Paulo. Naquele dia me desloquei do Aricanduva, onde moro, at&#233; a Lapa; o motivo era nobre: assistir a apresenta&#231;&#227;o do grupo Faces Ocultas. Fui sozinho, o que pra mim n&#227;o &#233; muito comum, mas, como minha expectativa era muito positiva, n&#227;o haveria motivo que me impedisse.
Cheguei no Teatro Cacilda Becker &#224;s oito horas para assistir a pe&#231;a intitulada Pin&#243;quio, mas do lado de fora havia uma outra apresenta&#231;&#227;o. Pensei: Que estranho! Quem &#233; o Pin&#243;quio? Aquele ali que est&#225; tirando a roupa ou aquela mo&#231;a gemendo e chorando nesse vale de l&#225;grimas?
Confuso como a maioria, tratei de verificar. De fato, aquele era outro grupo do qual conhe&#231;o e admiro o trabalho e que foi convidado para se apresentar antes do Pin&#243;quio. Era um experimento.
Lamentei a falta de informa&#231;&#227;o dos organizadores na recep&#231;&#227;o e a impaci&#234;ncia de alguns pais que foram embora aborrecidos, sem entender o que se passava; mas ainda sim, o p&#250;blico presente era muito bom.
Adorei o que vi. E queria muito que essa informa&#231;&#227;o fosse transmitida a cada membro daquele grupo. Ent&#227;o por isso decidi escrever.
A maneira pela qual resgataram a hist&#243;ria do Pin&#243;quio e deram uma nova cara para esse conto infantil me fez lembrar &#8220;Chapeuzinho Vermelho e o Lobo Guar&#225;&#8221;, de &#194;ngelo Machado, onde o autor muda uma s&#233;rie de elementos fundamentais, como o ca&#231;ador sendo o inimigo, uma vez que ele &#233; quem destr&#243;i a vida, al&#233;m da rela&#231;&#227;o amig&#225;vel do lobo vegetariano com a Chap&#233;uzinho.
Em Pin&#243;quio, o roteiro foi muito original, inclusive o lenhador nordestino deu uma cara de Brasil bem genu&#237;no: a sua preocupa&#231;&#227;o com que material trabalhar evitando depredar as outras &#225;rvores, semelhante ao cuidado que os habitantes ind&#237;genas tinham pela natureza.
Numerosas rela&#231;&#245;es foram se desenvolvendo, inclusive de car&#225;ter bastante educativo, do respeito, carinho e amor nas rela&#231;&#245;es humanas e com o ambiente.
As &#225;rvores e suas folhas de uma divertid&#237;ssima criatividade, os figurinos bastante adequados, e o roteiro deu conta de mostrar a saga de Pin&#243;quio, n&#227;o perdeu ele de vista mesmo com tantas situa&#231;&#245;es geradas.
Senti-me dentro da baleia, aquele mar foi uma del&#237;cia, uma baita onda gostosa que me sugou para dentro da hist&#243;ria e depois me devolveu ao assento. Claro, est&#225;vamos num teatro.
N&#227;o cabe aqui falar em aspectos t&#233;cnicos e tal, o importante &#233; o que foi transmitido. Tamb&#233;m n&#227;o vou falar de aspectos individuais porque o que mais conta no Vocacional &#233; o trabalho de grupo e isso foi admir&#225;vel no Faces Ocultas.
&#201; sem sombra de d&#250;vida um trabalho de grande sensibilidade e boas inten&#231;&#245;es.
Parab&#233;ns a todos. E desejo sucesso!
 
Daniel Burgos
Ponto Org TeatralEmail recebido em 23/11/2007, ap&#243;s nossa apresenta&#231;&#227;o no Teatro Cacilda Becker em 20/11/2007.</description>
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	<item rdf:about="http://ciateatrofacesocultas.blog.terra.com.br/a_gaiola">
		<title>A GAIOLA.</title>
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		<dc:date>30.05.08</dc:date>
		<dc:creator>Deise Guelfi</dc:creator>
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		<title>OS BURROS.                      A RAPOSA E O GATO.</title>
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		<title>GEPETO NA FLORESTA.</title>
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		<dc:creator>Deise Guelfi</dc:creator>
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		<description>
 

 
Gepeto foi a &#250;nica personagem da pe&#231;a que permitiu a intera&#231;&#227;o direta com o p&#250;blico. Uma experi&#234;ncia interessante. A rea&#231;&#227;o das crian&#231;as com Gepeto era muito espont&#226;nea. E isso aconteceu em todas as apresenta&#231;&#245;es, coisa que com Pin&#243;quio houve em apenas algumas. Nesta cena, Gepeto entrava dan&#231;ando e dava uma aula sobre cada uma das &#225;rvores da floresta. Foi muito interessante ver as argumenta&#231;&#245;es das crian&#231;as com Gepeto. Na cena em que ele mostra o boneco acabado, e dizia com seus bot&#245;es que precisava de um nome para ele, sempre houveram crian&#231;as gritando: Pin&#243;quio! Houve uma vez, na barriga da Baleia, quando Gepeto diz que n&#227;o tem como sair de l&#225;, uma crian&#231;a gritou da plat&#233;ia: Faz uma fogueira! Pois &#233;... As crian&#231;as n&#227;o esquecem.    
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		<title>PINOQUIO.</title>
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		<dc:creator>Deise Guelfi</dc:creator>
		<dc:subject></dc:subject>
		<description>Aquecimento no Festcal. CEU Campo Limpo. O palco nos assustou. Lembro-me da sensa&#231;&#227;o quando vimos o palco pela primeira vez. Nossa montagem n&#227;o tinha cen&#225;rio. Tudo era feito com o pr&#243;prio elenco. Quando vi aquilo, pensei: como &#233; que vou preencher esse espa&#231;o todo? Esse foi um dos problemas que enfrentamos na estr&#233;ia. Mas, tudo acabou melhor do que esper&#225;vamos. </description>
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Augusto Boal</description>
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		<dc:subject>Artes</dc:subject>
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Um Pin&#243;quio genuinamente brasileiro.

 
&#160;&#160;&#160; &#160;&#160;&#160; &#160;&#160;&#160; Na ter&#231;a-feira passada foi feriado em S&#227;o Paulo. Naquele dia me desloquei do Aricanduva, onde moro, at&#233; a Lapa; o motivo era nobre: assistir a apresenta&#231;&#227;o do grupo Faces Ocultas. Fui sozinho, o que pra mim n&#227;o &#233; muito comum, mas, como minha expectativa era muito positiva, n&#227;o haveria motivo que me impedisse.
Cheguei no Teatro Cacilda Becker &#224;s oito horas para assistir a pe&#231;a intitulada Pin&#243;quio, mas do lado de fora havia uma outra apresenta&#231;&#227;o. Pensei: Que estranho! Quem &#233; o Pin&#243;quio? Aquele ali que est&#225; tirando a roupa ou aquela mo&#231;a gemendo e chorando nesse vale de l&#225;grimas?
Confuso como a maioria, tratei de verificar. De fato, aquele era outro grupo do qual conhe&#231;o e admiro o trabalho e que foi convidado para se apresentar antes do Pin&#243;quio. Era um experimento.
Lamentei a falta de informa&#231;&#227;o dos organizadores na recep&#231;&#227;o e a impaci&#234;ncia de alguns pais que foram embora aborrecidos, sem entender o que se passava; mas ainda sim, o p&#250;blico presente era muito bom.
Adorei o que vi. E queria muito que essa informa&#231;&#227;o fosse transmitida a cada membro daquele grupo. Ent&#227;o por isso decidi escrever.
A maneira pela qual resgataram a hist&#243;ria do Pin&#243;quio e deram uma nova cara para esse conto infantil me fez lembrar &#8220;Chapeuzinho Vermelho e o Lobo Guar&#225;&#8221;, de &#194;ngelo Machado, onde o autor muda uma s&#233;rie de elementos fundamentais, como o ca&#231;ador sendo o inimigo, uma vez que ele &#233; quem destr&#243;i a vida, al&#233;m da rela&#231;&#227;o amig&#225;vel do lobo vegetariano com a Chap&#233;uzinho.
Em Pin&#243;quio, o roteiro foi muito original, inclusive o lenhador nordestino deu uma cara de Brasil bem genu&#237;no: a sua preocupa&#231;&#227;o com que material trabalhar evitando depredar as outras &#225;rvores, semelhante ao cuidado que os habitantes ind&#237;genas tinham pela natureza.
Numerosas rela&#231;&#245;es foram se desenvolvendo, inclusive de car&#225;ter bastante educativo, do respeito, carinho e amor nas rela&#231;&#245;es humanas e com o ambiente.
As &#225;rvores e suas folhas de uma divertid&#237;ssima criatividade, os figurinos bastante adequados, e o roteiro deu conta de mostrar a saga de Pin&#243;quio, n&#227;o perdeu ele de vista mesmo com tantas situa&#231;&#245;es geradas.
Senti-me dentro da baleia, aquele mar foi uma del&#237;cia, uma baita onda gostosa que me sugou para dentro da hist&#243;ria e depois me devolveu ao assento. Claro, est&#225;vamos num teatro.
N&#227;o cabe aqui falar em aspectos t&#233;cnicos e tal, o importante &#233; o que foi transmitido. Tamb&#233;m n&#227;o vou falar de aspectos individuais porque o que mais conta no Vocacional &#233; o trabalho de grupo e isso foi admir&#225;vel no Faces Ocultas.
&#201; sem sombra de d&#250;vida um trabalho de grande sensibilidade e boas inten&#231;&#245;es.
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Ponto Org TeatralEmail recebido em 23/11/2007, ap&#243;s nossa apresenta&#231;&#227;o no Teatro Cacilda Becker em 20/11/2007.</description>
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